|
||||||||
|
No
Universo Acadêmico: É convidado com freqüência para apresentar palestras e eventos culturais/musicais na Sociedade Brasileira de Cultura Inglesa. Colaborador ativo do Instituto Brasil-Irlanda (Irish Institute) durante sua existência. Em 2003, foi Indicado pessoalmente por Emma Restall Orr como representante da Druid Network no Brasil. Integrou, entre 2001 e 2004, o Conselho Editorial da Hi-Brasil Editora; Co-idealizador do "Projeto Hera" (1998) trabalho pioneiro de divulgação de eco-espiritualidade e da cultura e filosofia neopagã. Na Mídia: Claudio Crow costuma ser entrevistado ou convidado a colaborar com importantes publicações, como Revistas História Viva, Galileu, Mundo Esotérico, Planeta, W.I.T.C.H. e Claudia, Jornais A Tarde (Salvador-BA), Folha de São Paulo, Jornal da Tarde, O Dia e Diário de São Paulo, TVs Gazeta, Record, ALLTV, UOL, entre outros.
Tendo por base essa compreensão, através de seu trabalho como escritor, palestrante e instrutor, Claudio Quintino Crow trilha uma jornada de pesquisas e questionamentos que tem como ponto de partida a compreensão dos aspectos históricos da espiritualidade celta e, a partir dela, propõe um diálogo mais amplo e profundo com outras manifestações filosófico-espirituais - sejam elas pagãs, monoteístas ou livres. Essa jornada começou levemente, em meados da década de Oitenta: numa casa na Zona Sul de São Paulo, Asterix, Panoramix e os irredutíveis gauleses celtas se reuniram a Arthur, Rei dos Bretões, e seus honrosos Cavaleiros. Esse encontro insólito e mágico ocorreu na mente e na alma do então adolescente Claudio Quintino, que dali por diante dedicaria muito de seu tempo - a princípio desordenadamente, e depois de forma profissional - à pesquisa da História, dos mitos e lendas dos celtas através das eras. No início dos Anos Noventa, quando o universo neo-pagão começava a se desdobrar em São Paulo, ele já participava de grupos pioneiros na pesquisa e divulgação da espiritualidade celta, e logo apresentaria sua primeira palestra pública, entitulada "Elementos Celtas no Paganismo Moderno" - a primeira de incontáveis palestras. À abordagem historicamente correta se aliava uma sensibilidade e um senso prático que logo geraram uma credibilidade que perdura até hoje. Seu conhecimento sobre o tema levou a Gaia Editora a convidá-lo para traduzir para o português as obras de autores de destaque na área - como Scott Cunningham e D.J. Conway, entre outros. A rotina de palestras prosseguia, sendo interrompida brevemente em 1996 e 1999, quando Claudio visitou as terras celtas da Inglaterra e da Irlanda, conhecendo de perto os lugares sagrados dos celtas. Após essas viagens transformadoras, Claudio reuniu seu conhecimento em seu primeiro livro, publicado em 2000 pela Gaia Editora, entitulado "A Religião da Grande Deusa" (o título original, "Raízes Celtas e Sementes Filosóficas do Neo-Paganismo", foi rejeitado pela editora). No mesmo ano de 2000, participou da criação e desenvolvimento do Projeto Hera Mágica, um trabalho pioneiro com o objetivo de divulgar de forma séria e responsável espiritualidades alternativas como a wicca, o xamanismo e, especialmente, o druidismo.
Tal reestruturação, além de novo conteúdo para curso e website, trouxe uma reavaliação de diversos aspectos do trabalho de Claudio Crow, estabelecendo novas prioridades e descartando elementos e rótulos que não se mostravam perfeitamente alinhados com sua filosofia pessoal. A principal dessas mudanças foi a percepção de que, mais importante do que rótulos e títulos, é o conteúdo e o resultado concreto de ações e discursos. Se toda espiritualidade deve ter por resultado uma melhor qualidade de vida, então toda espiritualidade é mais do que aquilo que compreendemos por essa palavra hoje: inspirado nos celtas no passado, para quem a espiritualidade está presente não só no ritual mas em todos os momentos de nossas vidas, e não só no templo mas onde quer que estejamos, Claudio Crow desenvolveu uma nova abordagem do tema que não cabe em rótulos e, pautada na pesquisa concreta e sem fantasia, não aceita ditames ou preceitos. A isso Claudio Crow chama de o "resgate da Alma Celta": a alma de uma cultura que ama a liberdade, valoriza a individualidade como expressão sagrada da vida em comunidade e, transcendendo as barreiras artificiais de correntes espirituais ou filosóficas, promove a integração honrosa e inspirada entre esta e a paisagem sagrada em que está inserida. A partir do estudo e da pesquisa extensiva da cultura celta em suas muitas fases e manifestações, Claudio Crow desenvolve uma abordagem que busca restaurar esses preciosos elementos na vida de qualquer um de nós - e disponibiliza essa abordagem através de seus textos, cursos e palestras.
Crow?
Curiosamente, e sem que eu associasse uma coisa à outra, o apelido voltaria praticamente dez anos mais tarde, quando de minha primeira viagem à Irlanda: em nossos jogos de futebol domingueiros, meus amigos irlandeses me puseram o apelido de ‘Crow’: segundo eles, quando eu corria em campo meus cabelos à época longos e escuros balançavam como as asas de um corvo... Mas a admiração pela criatura alada surgiu entre um apelido e outro, quando aprofundei meus estudos da mitologia celta e fascinei-me pelo rico simbolismo dos corvídeos para aquela cultura. A instrução xamânica e posterior iniciação pelas mãos de John Matthews em 2001 só confirmou a afinidade entre Corvo e eu - eis porque dedico, como tributo a esse espírito mágico, as páginas da seção 'Corvus'. Clique
aqui para saber mais sobre Corvo. |
©
2007, 2008, 2010 - Claudio Quintino Crow – Conteúdo do site registrado
na Biblioteca Nacional – Lei Federal 9.610/98.
Proibida a reprodução total ou parcial da obra sem a prévia
e expressa autorização por escrito do autor.