• Pesquisador independente de mitologias, cultura irlandesa e espiritualidade celta;
  • Escritor, autor de “O Livro da Mitologia Celta” e “A Religião da Grande Deusa”;
  • Instrutor de druidismo, espiritualidade celta e cultura irlandesa;
  • Associado da ABEI (Associação Brasileira de Estudos Irlandeses);
  • Tradutor e técnico no ensino de idioma inglês;
  • Músico profissional (O.M.B. nº 52.589);
  • Treinamento e inicação - Xamanismo Celta: John Matthews - 2001;
  • Treinamento e Iniciação Bárdica: Emma Restall Orr (British Druid Order) – 2002;

No Universo Acadêmico:
Apesar de não pertencer à Academia, seu profundo conhecimento sobre a cultura celta e irlandesa é reconhecido através de constantes convites para apresentar palestras em importantes universidades do Brasil, tendo apresentado seu trabalho em eventos marcantes da área, como:

I Simpósio de Cultura Celta e Germânica no Brasil (Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ, 2004). Comunicação: “Resgatando os Mitos Celtas
I Simpósio de Estudos Irlandeses na América do Sul
(Universidade de São Paulo – USP, 2006); Comunicação: "Celtic Spirituality Today: Ancient Remains or Creative Poetry?"
Semana de Educação de 2006 – Pluralidade e Transversalidade do Conhecimento (Centro Universitário Nove de Julho – UNINOVE, 2006); Comunicação: "Os Celtas: Resgate e Herança"
Aula especial: "Druidismo, Natureza e Cura" - Curso de Naturologia (Universidade Anhembi Morumbi, 2007);
Aula especial: "O Legado Celta" - Curso de Especialização Profissional em Terapia Floral (Faculdade de Ciências da Saúde de SP - FACIS, 2008)
III Simpósio de Estudos Irlandeses na América do Sul (Universidade Federal da Bahia – UFBA, 2008). Comunicação: “From Filidh to Films: Irish Bardic Spirit Through the Ages
V Simpósio de Estudos Irlandeses na América do Sul (Universidade Federal do Paraná – UFPR, 2010). Coordenador do Painel “Myths and Legacies” - Comunicação: “Singing the Landscape: The Voice of Ireland from the Leabhár Gábala to Modern Irish Poetry

É convidado com freqüência para apresentar palestras e eventos culturais/musicais na Sociedade Brasileira de Cultura Inglesa.

Colaborador ativo do Instituto Brasil-Irlanda (Irish Institute) durante sua existência.

Em 2003, foi Indicado pessoalmente por Emma Restall Orr como representante da Druid Network no Brasil.

Integrou, entre 2001 e 2004, o Conselho Editorial da Hi-Brasil Editora;

Co-idealizador do "Projeto Hera" (1998) trabalho pioneiro de divulgação de eco-espiritualidade e da cultura e filosofia neopagã.

Na Mídia:

Claudio Crow costuma ser entrevistado ou convidado a colaborar com importantes publicações, como Revistas História Viva, Galileu, Mundo Esotérico, Planeta, W.I.T.C.H. e Claudia, Jornais A Tarde (Salvador-BA), Folha de São Paulo, Jornal da Tarde, O Dia e Diário de São Paulo, TVs Gazeta, Record, ALLTV, UOL, entre outros.

Galeria de Imagens

Biografia

"Nenhuma espiritualidade é fim, todas são meio;
Nenhuma religião é destino, todas são caminho.
Todas, sem exceção, nos levam a algo mais importante que qualquer uma delas por si só:
um entendimento mais profundo de quem somos e o que buscamos."

 

Tendo por base essa compreensão, através de seu trabalho como escritor, palestrante e instrutor, Claudio Quintino Crow trilha uma jornada de pesquisas e questionamentos que tem como ponto de partida a compreensão dos aspectos históricos da espiritualidade celta e, a partir dela, propõe um diálogo mais amplo e profundo com outras manifestações filosófico-espirituais - sejam elas pagãs, monoteístas ou livres.

Essa jornada começou levemente, em meados da década de Oitenta: numa casa na Zona Sul de São Paulo, Asterix, Panoramix e os irredutíveis gauleses celtas se reuniram a Arthur, Rei dos Bretões, e seus honrosos Cavaleiros.

Esse encontro insólito e mágico ocorreu na mente e na alma do então adolescente Claudio Quintino, que dali por diante dedicaria muito de seu tempo - a princípio desordenadamente, e depois de forma profissional - à pesquisa da História, dos mitos e lendas dos celtas através das eras.

No início dos Anos Noventa, quando o universo neo-pagão começava a se desdobrar em São Paulo, ele já participava de grupos pioneiros na pesquisa e divulgação da espiritualidade celta, e logo apresentaria sua primeira palestra pública, entitulada "Elementos Celtas no Paganismo Moderno" - a primeira de incontáveis palestras. À abordagem historicamente correta se aliava uma sensibilidade e um senso prático que logo geraram uma credibilidade que perdura até hoje.

Seu conhecimento sobre o tema levou a Gaia Editora a convidá-lo para traduzir para o português as obras de autores de destaque na área - como Scott Cunningham e D.J. Conway, entre outros.

A rotina de palestras prosseguia, sendo interrompida brevemente em 1996 e 1999, quando Claudio visitou as terras celtas da Inglaterra e da Irlanda, conhecendo de perto os lugares sagrados dos celtas. Após essas viagens transformadoras, Claudio reuniu seu conhecimento em seu primeiro livro, publicado em 2000 pela Gaia Editora, entitulado "A Religião da Grande Deusa" (o título original, "Raízes Celtas e Sementes Filosóficas do Neo-Paganismo", foi rejeitado pela editora).

No mesmo ano de 2000, participou da criação e desenvolvimento do Projeto Hera Mágica, um trabalho pioneiro com o objetivo de divulgar de forma séria e responsável espiritualidades alternativas como a wicca, o xamanismo e, especialmente, o druidismo.

Nesse período, travou contato com importantes nomes do druidismo, como John Matthews – autor de dezenas de livros sobre espiritualidade celta - e Emma Restall Orr – escritora e líder da The Druid Network, maior organização druídica internacional. Graças à amizade que com eles desenvolveu, possibilitou suas visitas ao Brasil – primeiro Matthews, em 2001, e depois Emma, em 2002, possibilitando a difusão responsável do druidismo e da espiritualidade celta no Brasil, em ambas as oportunidades, com o apoio do Projeto Hera Mágica.

Também em 2002, é editado "O Livro da Mitologia Celta", sua segunda obra, lançado pela Hi-Brasil Editora, da qual integrou o Conselho Editorial.

Seu vasto conhecimento e sua sensibilidade levaram Emma Restall Orr a indicá-lo pessoalmente como representante da The Druid Network no Brasil - função que exerceu até 2009.

O nascimento de sua filha em 2008 trouxe a decisão de reduzir suas atividades, tanto como instrutor quanto como palestrante, para desfrutar dos prazeres da paternidade e da vida familiar.

Tantes transformações culminaram com uma saudável reestruturação em seu trabalho, tanto como pesquisador e instrutor quanto como músico e divulgador da cultura celta e irlandesa.

 

Claudio Quintino (Crow) e Emma Restall Orr (Bobcat) apresentam seus livros. (2002)

Tal reestruturação, além de novo conteúdo para curso e website, trouxe uma reavaliação de diversos aspectos do trabalho de Claudio Crow, estabelecendo novas prioridades e descartando elementos e rótulos que não se mostravam perfeitamente alinhados com sua filosofia pessoal. A principal dessas mudanças foi a percepção de que, mais importante do que rótulos e títulos, é o conteúdo e o resultado concreto de ações e discursos.

Se toda espiritualidade deve ter por resultado uma melhor qualidade de vida, então toda espiritualidade é mais do que aquilo que compreendemos por essa palavra hoje: inspirado nos celtas no passado, para quem a espiritualidade está presente não só no ritual mas em todos os momentos de nossas vidas, e não só no templo mas onde quer que estejamos, Claudio Crow desenvolveu uma nova abordagem do tema que não cabe em rótulos e, pautada na pesquisa concreta e sem fantasia, não aceita ditames ou preceitos.

A isso Claudio Crow chama de o "resgate da Alma Celta": a alma de uma cultura que ama a liberdade, valoriza a individualidade como expressão sagrada da vida em comunidade e, transcendendo as barreiras artificiais de correntes espirituais ou filosóficas, promove a integração honrosa e inspirada entre esta e a paisagem sagrada em que está inserida.

A partir do estudo e da pesquisa extensiva da cultura celta em suas muitas fases e manifestações, Claudio Crow desenvolve uma abordagem que busca restaurar esses preciosos elementos na vida de qualquer um de nós - e disponibiliza essa abordagem através de seus textos, cursos e palestras.

 

Crow?

A adoção do nome ‘Crow’ – corvo em inglês – tem uma explicação breve e uma longa: a breve vem de minha empatia e admiração por esta ave mística e muito inteligente – uma empatia que se manifesta tanto intelectual quanto espiritualmente. A longa me remete às memórias de minha juventude quando, para os colegas de colegial, eu era o 'Corvone' (alusão evidente à envergadura de meu nariz).

Curiosamente, e sem que eu associasse uma coisa à outra, o apelido voltaria praticamente dez anos mais tarde, quando de minha primeira viagem à Irlanda: em nossos jogos de futebol domingueiros, meus amigos irlandeses me puseram o apelido de ‘Crow’: segundo eles, quando eu corria em campo meus cabelos à época longos e escuros balançavam como as asas de um corvo...

Mas a admiração pela criatura alada surgiu entre um apelido e outro, quando aprofundei meus estudos da mitologia celta e fascinei-me pelo rico simbolismo dos corvídeos para aquela cultura. A instrução xamânica e posterior iniciação pelas mãos de John Matthews em 2001 só confirmou a afinidade entre Corvo e eu - eis porque dedico, como tributo a esse espírito mágico, as páginas da seção 'Corvus'.

Clique aqui para saber mais sobre Corvo.

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